Revelando, imortalizando histórias e talentos
27.3.10
Quarta-feira, Abril 14, 2010

Pierre Verger: 'Um Olhar Sobre Buenos Aires'

A Exposição Pierre Verger- Um Olhar Sobre Buenos Aires é resultado da parceria entre a Fundação Pierre Verger, Unicamp e Fundação Memorial da América Latina e fruto de anos de pesquisa do Professor Doutor Fernando de Tacca.


Em 2004, Fernando de Tacca foi levado pela curiosidade e busca de informações sobre a ligação de sua familia com a Buenos Aires. Também o desejo de conhecer um pouco mais a história da fotografia na Argentina e o conhecimento de que Pierre Verger teve passagens pela cidade, o motivaram a voltar em 2005 e iniciar a pesquisa que hoje resulta na exposição no Memorial da América Latina e na Edição da Revista Studium nº30 , totalmente dedicada a Pierre Verger.

Pierre Verger esteve na Argentina pela primeira vez em 1940 por pouco tempo, passando em seguida pelo Brasil, a caminho da África para servir ao exército francês durante a Segunda Guerra. Na volta, chega pelo Brasil e, sem conseguir se estabelecer profissionalmente por aqui, segue para Buenos Aires, cidade em que desembarca pela segunda vez no dia 20 de março de 1941 e da qual parte no dia 07 de junho de 1942.
Em Buenos Aires, Verger faz fotos para o Jornal Argentina Libre (com temáticas variadas do cotidiando do porto de Buenos Aires) e para a Revista Mundo Argentino (com fotos realizadas na África ou em outros páises). A grande dificuldade para identificar as fotos de Verger, segundo Tacca, foi que grande parte delas não foram creditadas nessas publicações. Após uma garimpagem nas edições do período e com as pesquisas de imagens junto a Fundação Pierre Verger, ele identifou cerca de 24 publicações com fotos de Pierre Verger.
A mostra a ser apresentada na Galeria Marta Traba, do Memorial da América Latina , traz 30 fotos de autoria de Verger e também, as reproduções das páginas originais das publicações argentinas. Elas mostram a sincronia e a potencialidade criativa e expressiva de Verger e sua fotografia.
Na abertura da exposição, haverá um bate-papo com Fernando de Tacca e o lançamento da Revista Eletrônica Studium nº30.
(texto baseado nas matérias da Revista Studium, nº30).

SERVIÇO:

Exposição Pierre Verger - Um Olhar Sobre Buenos Aires
Fundação Memorial da América Latina - Galeria Marta Traba
Av. Aura Soares de Moura Andrade, 564 - portões 01 e 05 -
Barra Funda - São Paulo/SP

Abertura 14 de abril de 2010 - 19:30
Bate-papo com o Prof.Dr. Fernando de Tacca e
lançamento da Revista Studium nº30
Visitação: 15 de abril a 30 de maio de 2010 - de terça

 

Exposição “A cidade informal do século XXI”


Exposição “A cidade informal do século XXI” propõe visita interativa à metrópole do futuro a partir da urbanização de favelas

Abertura: 7 de abril, às 19h30, palestra de George Brugmans, diretor da 4ª Bienal Internacional de Arquitetura de Roterdã
Visitação: 8 de abril a 9 de maio
Debates, às 19h30, entrada franca

12 de abril com o italiano Bernardo Secchi e Sérgio Magalhães, presidente do IAB-RJ. Lançamento do livro “Habitação e Cidade: Pós-Graduação da Escola da Cidade" 3 de maio com o português Antonio Baptista Coelho, o inglês Alfredo Brillembourg, do Urban Think Tank, e Elisabete França, da Sehab.

Ao pensar no futuro da cidade contemporânea não se pode deixar de refletir sobre a cidade informal - formada a partir de ocupações precárias do território como, por exemplo, as favelas – e as transformações que tem ocorrido a partir das propostas de arquitetos. Esse é o tema da exposição “A Cidade Informal no século XXI”, organizada pelo Museu da Casa Brasileira, instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, em parceria com a 4ª Bienal Internacional de Arquitetura de Roterdã (IABR) e a Secretaria Municipal de Habitação da Cidade de São Paulo. A curadoria é da arquiteta Marisa Barda.

Trata-se de uma mostra interativa onde projetos pontuais realizados por arquitetos brasileiros e estrangeiros serão abordados a partir de quatro temas, como se fossem operações táticas, que melhor representam os problemas das favelas: Conexões, Transições, Fruições e Transformações. Esses temas permitirão uma visão crítica do trabalho apresentado.

A ideia de reunir esse conjunto de projetos que (re)desenham a cidade informal aparece como continuidade das propostas apresentadas na Bienal de Roterdã, em outubro de 2009, cujo tema foi Open City: Designing Coexistence. A subcuradoria do evento foi feita pelos arquitetos Rainer Hehl e Jorg Stolmann, que, para a seção Squat, selecionou como uma das referências os projetos para a comunidade de Paraisópolis, zona sul de São Paulo, elaborados por seis escritórios ou arquitetos: Urban Think Tank (Venezuela), Elemental (Chile), Christian Kerez (Suíça), Ciro Pirondi, Marcos Boldarini e MMBB Arquitetos (Brasil).

A mostra “Cidade Informal no século XXI” soma a essa seleção os trabalhos dos alunos da Escola de Design da Universidade de Harvard, realizados para o Cantinho do Céu, sob a coordenação do professor Christian Werthman, e os trabalhos dos alunos da Universidade de Columbia, sob a coordenação de Alfredo Brillembourg e Hubert Klumpner, os quais abordaram vários aspectos das áreas informais na cidade de São Paulo. A integração desses projetos com os estudos elaborados para as mesmas áreas pelos alunos da Escola da Cidade, faculdade de arquitetura de São Paulo, possibilitará uma reflexão a partir da experiência de arquitetos de vários países, todos com o mesmo propósito: redesenhar as cidades informais do século XXI.

Para melhor ilustrar a complexidade desse trabalho, serão apresentados projetos e maquetes de obras já construídas ou em fase de realização para diversos espaços informais da cidade de São Paulo. A cidade informal também estará representada como um percurso didático, possibilitando a compreensão dos processos e condições das favelas de São Paulo. Para isso, serão expostas tabelas com dados estatísticos, plantas, diagramas e fotografias. A favela de Paraisópolis, com posição estratégica próxima ao bairro do Morumbi, será objeto de estudo a partir de levantamentos realizados in loco.

Em cada sala da exposição, os projetos poderão ser estudados de forma detalhada em mesas equipadas com computadores, livros publicados e cadernos, onde o público poderá escrever críticas, fazer propostas e elaborar esboços. Uma pequena sala de cinema projetará vídeos da Urban Inform, da 4ª IABR.

Debates 12 de abril e 5 de maio, às 19h30, com lançamento do livro “Habitação e Cidade: Pós-Graduação da Escola da Cidade”

12 de abril - A cidade formal e informal do século XXI
Debate com o arquiteto italiano Bernardo Secchi e Sergio Magalhães, presidente do IAB-RJ. Moderadora: Marta Lagreca de Sales.
O objetivo é propiciar novos olhares para os problemas do território relacionados à cidade formal e à cidade informal, podendo assim abrir caminho para novas propostas e desestigmatizar a idéia da favela.

Após o debate haverá o lançamento do livro “Habitação e Cidade: Pós-Graduação da Escola da Cidade", organizado por Anália Amorim e Ruben Otero. O livro recolhe uma parte importante do que foi produzido no Curso de Especialização Habitação e Cidade, entre os meses de março e dezembro de 2009, organizado pela Escola da Cidade com o auspício da Secretaria Municipal de Habitação da Prefeitura de São Paulo, sendo que alguns trabalhos poderão ser vistos na exposição.

Bernardo Secchi - Formado na Politécnica de Milão (1959) foi professor e livre docente de Economia do Território, inicialmente junto à Faculdade de Economia de Ancona e, sucessivamente, junto ao curso de graduação em Urbanismo do Instituto Universitário de Arquitetura de Veneza. Foi professor titular de Urbanismo na Faculdade de Arquitetura de Milão (até 1984), e do Instituto Universitário de Arquitetura de Veneza. Foi professor em várias outras cidades da Itália e da França e coordenou diversos planos reguladores e planos territoriais.
Sérgio Magalhães - Arquiteto formado na FAU-UFRGS, doutor em Urbanismo pelo PROURB-UFRJ, atualmente é professor do Programa de Pós-Graduação em Urbanismo e da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo-Universidade Federal do Rio de Janeiro. É presidente do IAB-RJ.
Marta Lagreca de Sales - Arquiteta e urbanista, com experiência em coordenação e elaboração de planos e projetos urbanos envolvendo operações urbanas (PMSP - Programa Guarapiranga, 1996-2000).

3 de maio – Plano e Projeto para a Cidade Informal no século XXI
Participam os arquitetos Antonio Baptista Coelho, de Portugal; o inglês Alfredo Brillembourg, do Urban Think Tank; e Elisabete França, superintendente de Habitação da Secretaria de Habitação da Cidade de São Paulo. Moderador: Abilio Guerra, editor do Portal Vitruvius e da Romano Guerra Editora.
O objetivo é discutir as possibilidades de transformação do território informal da cidade contemporânea, a partir da elaboração de planos urbanísticos e projetos de arquitetura.

Antonio Baptista Coelho - Arquiteto formado na escola Superior de Belas Artes de Lisboa, doutor pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, coordenador do Núcleo de Arquitectura e Urbanismo do Laboratório Nacional de Engenharia Civil, presidente da direção do Grupo Habitar e vice-presidente da Nova Habitação Cooperativa. É editor do blog-revista http://infohabitar.blogspot.com
Alfredo Brillembourg - Arquiteto e mestre em arquitetura pela Columbia University. Socio fundador do Urban Think Tank, escritório com sede na Venezuela e em Nova York, que desenvolve experiências pioneiras na urbanização de favelas em Caracas e São Paulo, entre outras cidades. Desde 2000, é professor na Graduate School of Architecture and Planning na Columbia University.
Elisabete França - Doutora em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Entre 1993-2000 coordenou na Prefeitura de São Paulo o Programa de Recuperação Urbana e Saneamento Ambiental da Bacia do Guarapiranga. Em 2002, foi curadora da Exposição do Pavilhão Brasileiro na Bienal de Veneza - "8ª Mostra Internazionale de Architettura", onde desenvolveu o tema "Brasil - Favela Upgrading". É superintendente de Habitação da Secretaria de Habitação da Cidade de São Paulo.

Abilio Guerra - Arquiteto pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1982) e doutor em História pela Universidade Estadual de Campinas (2002). Atualmente é editor do Portal Vitruvius e da Romano Guerra Editora. Coordenador do Conselho Editorial de Arquitextos (São Paulo, online, ISSN 1809-6298), é professor adjunto da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie. {Foto: Fábio Knoll}

Serviço

Exposição: “A cidade informal no século XXI”
Abertura: 7 de abril, às 19h30, com palestra de George Brugmans, diretor da 4ª Bienal Internacional de Arquitetura de Roterdã
Visitação: 8 de abril a 9 de maio, de terça a domingo, das 10h às 18h

Debates

12 de abril, às 19h30, com o italiano Bernardo Secchi e Sérgio Magalhães, presidente do IAB-RJ. Lançamento do livro “Habitação e Cidade: Pós-Graduação da Escola da Cidade" Entrada franca3 de maio, às 19h30, com o português Antonio Baptista Coelho, o inglês Alfredo Brillembourg, do Urban Think Tank, e Elisabete França, da Sehab. Entrada franca
Local: Museu da Casa Brasileira
Endereço: Av. Faria Lima, 2705 - Jardim Paulistano Tel. 3032-3727
Ingresso: R$ 4,00 - Estudantes: R$ 2,00 – Gratuito domingos e feriados
Acesso a portadores de deficiência física.
Visitas orientadas: 3032-2564 agendamento@mcb.org.br

twitter.com/mcb_orgEstacionamento: de terça a sábado até 30 min. grátis, até 2 horas R$ 8,00, demais horas R$ 2,00. Domingo: preço único de R$ 10,00.

Informações para a imprensa:Menezes Comunicação Tel. 11 3815-1243/0381 9983-5946
Contato: Letânia Menezes/Silvana Santana menezescom@uol.com.br


Menezes Comunicação
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HOMENAGEIAM GLAUCO COM EXPOSIÇÃO COLETIVA “FALA, PANGA!”


Entre os dias 30 de março e 30 de maio de 2010, a Pizza do Babbo, em Pinheiros, São Paulo, ponto tradicional de encontro de desenhistas, vai se transformar na capital federal dos amigos do cartunista Glauco, assassinado em meados do mês de março deste ano. Na exposição “FALA, PANGA!”, 28 artistas, colegas ou pessoas que tiveram o trabalho diretamente influenciado pelo criador do personagem Geraldão, fazem uma sincera homenagem ao talento do cartunista. “Fala, Panga!” era a maneira como Glauco se dirigia aos amigos, especialmente os de redação.
Cada um dos artistas se apropria, a seu modo, do espírito anárquico de personagens como Dona Marta e Zé do Apocalipse para expressar seu carinho e admiração. Entre eles estão Pelicano, seu irmão e também cartunista, Caco Galhardo, Angeli, Adão Iturrusgarai, Luiz Gê, Jaguar, Ziraldo, Paulo Caruso, entre muito outros.

Glauco Vilas Boas é paranaense de Jandaia do Sul. Nasceu em 10 de março de 1957. Publicou sua primeira tira em 1976 no Diário da Manhã, de Ribeirão Preto. Foi premiado no Salão Internacional de Humor de Piracicaba e na 2ª Bienal de Humorismo Y Gráfica de Cuba. Começou a colaborar na Folha de S.Paulo em 1979. Editou pela Circo Editorial entre 1987 e 1989 a revista Geraldão. Nesse período também foi colaborador das revistas Chiclete com Banana e Circo, da mesma editora. Foi também roteirista da TV Pirata e TV Colosso, da Rede Globo.


O cartunista é autor de uma família de tipos como Dona Marta, Zé do Apocalipse, Doy Jorge e Geraldinho. Glauco criou em maio de 2000 os personagens Ficadinha -publicada aos sábados- e Netão -publicado às terças e quintas. Nesses anos, as histórias transformaram-se, sintonizadas com mudanças de comportamento, modas e manias, mas Glauco continuou fiel ao seu traço único e desenha com nanquim no papel. Usava o computador só para colorir as tiras, depois de escanear seus desenhos. "Para meu tipo de desenho, só mesmo com a pena, que dá um traço peculiar", dizia. Ex-guitarrista, o pisciano Glauco também já inspirou personagens de outros cartunistas. Angeli baseou-se nele para criar o Rhalah Rikota, "na época em que o Glauco era seguidor do guru indiano Rajneesh", diz Angeli.

Artistas participantes:

Adão Iturrusgarai, Airon Alcy, Allan Sieber, Angeli, Arnaldo Branco, Benett, Chiquinha, André Dahmer, Dálcio, Emílio Damiani, Galvão, Luiz Gê, Fernando Gonsales, Gustavo Duarte, Jaguar, Jean, Leonardo, Mariza, Nani, Orlando, Paulo Caruso, Pelicano, Solda, Spacca, Tiago Recchia, Ziraldo.


Texto do curador da exposição, Orlando Pedroso

Dizem que para um avião cair, precisa haver a coincidência de pelo menos 5 erros. Parece ser também o caso da triste e violenta morte do cartunista Glauco e de seu filho Raoni ocorridas na semana passada. Não cabe a nós aqui, agora, listar quais os erros que culminaram nesse drama de tamanha proporção, nem buscar os culpados de mais uma tragédia como tantas que acompanhamos diariamente nos noticiários. Talvez este seja o momento de listarmos os acertos, especialmente porque foram conduzidos pelo talento e pela coragem. Uma coragem inconsciente, é verdade, mas ainda assim coragem. O Glauco não sabia fazer de outra forma porque era movido quase que instintivamente a agir e criar sem as amarras ou limitações sociais que norteiam o mundo adulto. Ele criava como se fosse uma criança e fazia assim porque era o que ele tinha que fazer.

Em 1978 eu estava terminando o colegial, era um aspirante a ilustrador, cartunista e acompanhava a segunda fase do Pasquim, a reforma gráfica do Jornal da Tarde e, claro, a página Vira-Lata publicada no suplemento Folhetim, da Folha de S.Paulo e editada pelo Angeli.Lá estavam, além do próprio Angeli, Laerte, Alcy, Nilson, Jotinha e outros que aproveitavam o início da abertura política para espinafrar o que ainda sobrava da ditadura militar.Era um humor pesado, rancoroso e engajado. Era.
Nesse ano surgiu nas páginas do Vira-Lata um outro desenho, um outro humor. Aliás, um humor engraçado, leve, cheio de movimento e delicadeza. Era o Glauco que trazia novos ares e um espírito que iria mudar de vez a forma de se trabalhar a charge e o cartum na imprensa brasileira. Esses cartuns não respeitavam nada. O preso passava o pé na bunda do guarda, a menina deixava escapar na mesa do almoço que fizera um aborto dias atrás ou que tinha vários namorados, o defensor do feminismo pedia para a namorada pagar a conta do restaurante e o guardinha de trânsito botava ordem no cruzamento onde havia uma passeata vindo de cada lado.O peso de se fazer uma charge desaparecia e se tornava algo prazeroso e divertido. De 79 a 81 tive o prazer de passar algumas madrugadas acompanhando o fechamento das edições do Folhetim na sala onde também estavam o Fortuna, Faustinho, Maringoni, Luiz Gê. Em 1983 ele passou a publicar o Geraldão na sessão de tiras do jornal. O primeiro de uma série memorável de personagens que passariam a fazer parte da história dos leitores da Folha assim como de milhares de jovens que passavam a consumir o novo quadrinho que surgia. Em 1985 voltei a encontrar o Glauco na redação. Pouco depois ele passaria a fazer as charges. "E aí, panga?" Era como ele chegava nos colegas antes de desfiar um rosário de piadas e expressões sempre particulares e muito engraçadas. Eram, muitas vezes ingênuas, quase infantís mas sempre imprevisíveis e, provavelmente, não há pessoa que tenha trabalhado ou convivido com ele que não tenha pelo menos uma dezena de pequenas histórias tendo o Glauco como personagem.Gênio, amigo, figurinha carimbada, nosso John Lennon, não importa. O que fica agora é sua obra, a capacidade de contar a mesma piada centenas de vezes e de ela ser sempre boa, o talento de ter conseguido empurrar ladeira abaixo velhos padrões de comportamento e de conseguir com seu traço econômico que nosso mundo, o dos leitores, se tornasse muito melhor.

Serviço:
PIZZA do BABOO
abertura dia 30 de março de 2010 - a partir das 20h
até 30 de maio, de terça a domingo, das 18h às 23h30
Curadoria: Orlando Pedroso
r. Joaquim Antunes, 824 - Pinheiros
Fones: 3064 8282 e 3082 9065


Canal Aberto Assessoria de Imprensa
Márcia Marques
Fones: 11 2914 0770 11 2914 0770 / 3798 9510
Celular: 11 9126 0425 11 9126 0425
www.canalaberto.com.br
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