Revelando, imortalizando histórias e talentos
28.3.08

Zilda Mayo: estrela da Boca

Zilda Mayo [Zilda Sedenho], nascida em Araraquara interior paulista, em 1953. Sua profissão, demonstradora de produtos cosméticos estava sempre viajando pelo país. Sua carreira teve início em Belo Horizonte -MG, quando fora convidada para fazer dois comerciais para TV, essa foi sua primeira eperiência na vida artística. Em uma viagem ao Rio de Janeiro, leu um anúncio na Revista Amiga, que convidava moças para filmes publicitários nos Estúdios Sílvio Santos, o Senor Abravanel. Aprovada no teste de fotogenia, teve sua primeira chance no cinema em 'Ninguém Segura Essas Mulheres[1975] ', dirido por José Miziara para os Estúdios Sílvio Santos. Na sequencia trabalharia como telemoça do de SS, e no programa BACARÁ, de Ronald Golias.

 

Possuídas pelo Pecado [ David Cardoso - 1976] e Excitação [Jean Garret - ]. Zilda, ao lado de Helena Ramos, se tornaria uma das principais deusas da boca, rainha da pornochanchada, e faria 40 filmes. Entre eles Internato de Meninas Virgens [1977], 'O Caso Cláudia' [1978], A Dama do Sexo, Liberdade Sexual, O Doador Sexual [1979]. No ano de 1981, ao lado de Nicole Puzzi e Djalma de Castro [ falecido em 2006 de câncer no nariz ] ela esbanjou sensualidade. Em 1982, O Cafetão, O Rei da Boca, Mulheres de Aluguel. 1983, Perdida em Sodoma, Tensão e Desejo, Juventude em Busca de Sexo entre outros. Já em 1984, Paraíso da Sacanagem, Como Afogar o Ganso, Bacanais na Ilha das Ninfetas e O Império do Sexo Explícito. Em 1985 fez seu último filme, As mil e umas Posições.

 

Na televisão participou do teleconto 'Angélica', na TV Cultura. No teatro fez as peças As Moças, Cordélia Brasil, A Outra Face.


Trabalhos

1979- O Caso Cláudia - de Miguel Borges
1979- A Ilha dos Prazeres Proibidos - de Carlos Reichenbach
1979- A Dama do Sexo - de Wilson Rodrigues
1979- Liberdade Sexual - de Wilson Rodrigues
1979- O Matador Sexual de Tony Vieira
1978- Fugitivas Insaciáveis - de Osvaldo de Oliveira
1977- Escola Penal de Meninas Violentadas - de Antônio Meliande
1977- Internato de Meninas Virgens - de Osvaldo de Oliveira
1977- Noite Em Chamas - de Jean Garret
1977- Presídio de Mulheres Violentadas - de Osvaldo de Oliveira
1976- Excitação - de Jean Garret
1976- Ninguém Segura Essas Mulheres - de José Miziara
1976- Possuídas Pelo Pecado - de Jean Garret
1980- Motel, Refúgio do Amor - de Alexandre Sandrini
1980- A Tara das Cocotas na Ilha do Pecado - de Antonio Bonacin Thomé
1980- O Doador Sexual - de Henrique Borges
1981- Ninfas Insaciáveis - de John Doo
1981- Casais Proibidos de Ubiratan Gonçalves
1981- O Filho da Prostituta - de Francisco Cavalcanti
1981- As Meninas da Madame Laura - de Ciro Carpentieri Filho
1981- Volúpia Ao Prazer - de Rubens Eleutério
1982- Bacanais na Ilha das Ninfetas - de Osvaldo de Oliveira
1982- As Gatas, Mulheres de Aluguel - de Ody Fraga e Antônio Meliande
1982- Muitas Taras e Um Pesadelo de Salvador do Amaral
1982- Pecado Horizontal - de José Miziara
1982- Perdida em Sodoma - de Nilton Nascimento
1982- O Rei da Boca - de Clery Cunha
1982- As Safadas - de Carlos Reichenbach
1983- O Cafetão de Francisco Cavalcanti
1983- Escândalo na Sociedade de Arlindo Barreto
1983- Juventude Em Busca do Sexo de Juan Bajon
1983- Tensão e Desejo de Alfredo Sternheim
1983- Tudo na Cama de Antônio Meliande
1984- A Quinta Dimensão do Sexo de José Mojica Marins
1984- Ivone, a Rainha do Pecado de Francisco Cavalcanti
1984- Como Afogar o Ganso de Conrado Sanchez
1984- Paraíso da Sacanagem de José Adauto Cardoso e Luiz Antônio de Oliveira
1984- Transa Brutal de Diogo Angélica
1985- O Império do Sexo Explícito - de Marcelo Motta
1985- As Mil e Uma Posições José Adauto Cardoso e Sady Baby
1988- Instrumento da Máfia - de Francisco Cavalcanti
 
 
 
 

 

Zilda Alves / Vanessa Alves
 
 
Um rosto perfeito e angelical ela não conseguiu vingar na maior TV do País, a Rede Globo, onde fez algumas pontinhas.

 
 
Atriz que começou aos 18 anos de idade no cinema da Boca, uma região que mais produziu filmes pornochanchadas e até hoje muitos do que por lá passaram são os que sobrevivem da arte cinematográfica. Ela aparceu para o cinema como um grande feito e fora chamada de Linda Vanessa. Vanessa, cujo nome é Zilda Alves, estreiou no cinema pelas mãos de Osvaldo de Oliveira, em A “Filha de Emmanuelle” um filme repleto de erotismo, aos modos do original francês, 'Emanuelle", estrelado por Sílvia Krystel. Não contente com Zilda, o produtor Galante inventou esse nome: Vanessa. E foi assim nos primeiros filmes e ela teve sorte somente como Vanessa e depois ela inventou o sobrenome dela, Alves. Em seu primeiro filme tinha dezoito anos. Ao filmar “A Menina e o Estuprador” já era uma mulher em seu explendor, tinha dezenove, No “Anjos do Arrabalde” do Carlão, ela ganhou em Gramado o prêmio de melhor atriz. A partir daí despertou interesse na Rede Globo, onde fez algumas pontas. Lá, ela não emplacou e até hoje não se sabe o porque disso. É um caso semelhante aconteceu com a Patrícia Scalvi também, uma atriz muito boa e para sobreviver teve de virar dubladora. O cineasta Conrado Sanchez, dirigiu Vanessa Alves em três ocasiões: “A Menina e o Estuprador”, “Como Afogar o Ganso” e “Prisioneiras da Selva Amazônica”

Filmografia

1980- A Filha de Emmanuelle de Osvaldo de Oliveira
1981- Anarquia Sexual de Antônio Meliande
1981- Paraíso Proibido de Carlos Reichenbach
1982- Bonecas da Noite
1982- Curral de Mulheres de Osvaldo de Oliveira
1982- O Motorista do Fuscão Preto de José Adauto Cardoso
1982- A Noite das Taras II de Ody Fraga e Cláudio Portioli
1982- Pecado Horizontal de José Miziara
1982- As Safadas (episódio “Belinha, A Virgem”) de Antônio Meliande
1982- Vadias Pelo Prazer de Antônio Meliande
1982- As Vigaristas do Sexo de Ary Fernandes
1982- A Menina e o Estuprador de Conrado Sanchez
1984- Como Afogar o Ganso de Conrado Sanchez
1984- Extremos do Prazer de Carlos Reichenbach
1984- Transa Brutal de Diogo Angélica
1985- Os Bons Tempos Voltaram: (episódio “Primeiro de Abril”) de John Herbert
1985- O Desejo da Mulher Amada de Milton Alencar
1985- Made in Brazil (episódio “Fim de Semana Impossível) de Carlos Nascimento
1986- Avesso do Avesso de Antônio F. Souza Filho
1986- Filme Demência de Carlos Reichenbach
1987- Mais Que a Terra de Eliseu Ewald
1987- Anjos do Arrabalde de Carlos Reichenbach
1987- Prisioneiras da Selva Amazônica de Conrado Sanchez
2003- Garotas do ABC de Carlos Reichenbach
 
 
 
 
Misaki Tanaka: atriz multifacetada
 
 
Jornalista, musicista, radialista e publicitária a atriz oriental Misaki Tanaka é uma artista que soube explorar seu tipo oriental integrado à cultura brasileira.
Misaki começou a trabalhar na TV Cultura, e mostra-se uma boa atriz. No cinema, estreiou no curta ...E A Vaca Foi Pro Brejo”, documentário sobre Portinari. Tanaka sempre se mostrou mais afeita ao cinema que à TV, e por isso, ela era uma atriz dedicada e de personalidade, tinha um forte espírito de opinião, não era uma atriz passiva e discutia o papel quando não concordava com as indicações. Atuou para TV um curta denominado “Manjoqueiro”, onde ela fez uma personagem muito bem, apesar disso, a televisão não lhe pagou o cachê. Depois disso ela foi pro Japão. Sempre foi muito séria e tinha um caráter diferenciado em todos os sentidos das demais moças da Boca, como é chamado a Rua do Triunfo, região central de São Paulo. Ela falava o português perfeito com todos os detalhes, sem sotaques e ela achava muito feia falar qualquer palavra errada”. Segundo José Adauto Cardoso, cineasta que dirigiu Misaki Tanaka em “...E A Vaca Foi Pro Brejo”, ele trabalharia com ela ainda nos dias de hoje.

Filmografia
1974- Macho e Fêmea - de Ody Fraga
1978- Ninfas Diabólicas - de John Doo
1978- O Bom Marido - de Antônio Calmon
1978- A Força dos Sentidos - de Jean Garret
1978- O Prisioneiro do Sexo - de Walter Hugo Khouri
1980- Bacanal - de Antônio Meliande
1980- Chapeuzinho Vermelho - de Marcelo Motta
1980- Colegiais e Lições de Sexo - de Juan Bajon
1980- O Fotógrafo de Jean Garret
1981- O Império do Desejo - de Carlos Reichenbach
1981- Duas Estranhas Mulheres (episódio “Eva”) - de Jair Correia
1981- A Noite das Depravadas - de Juan Bajon
1981- Gaijin- Os Caminhos da Liberdade - de Tizuka Yamasaki
2003- Garotas do ABC - de Carlos Reichenbach
EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 19:10  comentar


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