Revelando, imortalizando histórias e talentos
24.3.16

Ben Affleck é Batman e  Henry Cavill Superman. Duelo de gigantes literalmente. Este era um dos lançamentos mais esperado dos últimos anos, “Batman vs Superman: A Origem da Justiça”.

Ben Affleck e  Henry Cavill 

 

 

Chega às salas de cinema com o conflito já pré-concebido por toda a publicidade em torno da produção, cque estampa a tensão dos dois sem desenvolver tão bem suas razões.

 

Com roteiro de Chris Terrio e David S. Goyer, responsável pelo filme de 2013 e a trilogia “Batman” de Nolan, alimenta as motivações do Cavaleiro das Trevas (Ben Affleck), sem fazer o mesmo com o Superman (Henry Cavill).

 

A verdade é que o Batman vir à frente no título e a fotografia ser mais sombria não é incidente não, pois a película dedica boa parte de seu primeiro ato para introduzir o passado, já bem conhecido, de Bruce Wayne, com flashs da morte dos pais e sua relação com os morcegos.

 

Então, a história avança 18 meses, com o herói de Gotham City à caça de quem julga ser um algoz da humanidade. E, ainda assim, os pesadelos que o assombram dão maior suporte para a construção do personagem, que Ben Affleck conduz muito bem, apesar da desconfiança geral, como um ótimo Sr. Wayne.

 

Aclamado pela maioria após o ataque em Metrópolis, um incidente na África, quando ele vai salvar sua amada Lois Lane (Amy Adams), põe suas ações em xeque para a população, em especial para a senadora Finch (Holly Hunter). O elenco todo se sai muito bem. Mas, a performance controversa vem de Jesse Eisenberg com a construção psicótica do vilão Lex Luthor. 

 

Chegamos então na trilha sonora: trilha de Hans Zimmer e de músicas clássicas cuja intenção é tornar mais suntuosas cenas não tão exuberantes em ação. Muitas vezes até soa exagerado, porém dá uma bela reforçada ao caráter mitológico da origem desses incrivéis personagens. Muito bom!

 

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"Desajustados"

 

Fúsi (Gunnar Jónsson), tem 43 anos, e ainda vive com a mãe e tem um único amigo (Sigurjon Kjartansson). Ao contrário dele, casou-se e tem filhos. Mas os dois ainda compartilham um velho hobby – as miniaturas de soldados e tanques, com que eles povoam uma enorme reconstituição de uma das batalhas da Segunda Guerra Mundial.

 

Este é o cenário do filme “Desajustados”, uma coprodução entre a Islândia e a Dinamarca que venceu três prêmios no Festival de Tribeca em 2015 – melhor narrativa, roteiro e ator (Jónsson). A obra escrita e dirigida por Dagur Kári, diretor nascido na França e criado no país natal dos pais, a Islândia, tem um charme de filme independente. E, felizmente, uma história que também escapa do destino fatal de certos clichês.

 

Fúsi Parece uma criança enorme, inclusive quando se relaciona com crianças, como a menina Hera (Franziska Una Dagsdóttir), uma nova vizinha solitária a quem ele eventualmente faz companhia, enquanto o pai dela não volta do trabalho.

 

O mundo lá fora não é fácil e Fúsi prefere fechar-se em sua zona de conforto, a própria casa. Mas até ali existe agora um elemento novo e perturbador – sua mãe (Margrét Helga Johansdóttir) arrumou um namorado, Rolf (Arnar Jónsson). Este homem logo identifica o problema de Fúsi, a enorme solidão. Para o que ele encontra uma inusitada solução, dando-lhe de presente de aniversário a matrícula num curso de dança country, além de um chapéu de cowboy.

 

 

O diferencial da produção nórdica, no entanto, está em não sucumbir aos caminhos fáceis e previsíveis da comédia romântica, nem do drama envolvendo pessoas com fragilidades emocionais. Com a sensibilidade treinada pela média da produção de Hollywood, boa parte do público poderá até esperar grandes tragédias no caminho de Fúsi, todas possíveis.

 

Mas o roteiro, também assinado pelo diretor, constrói trajetórias realistas que passam ao largo de redenções mágicas e banhos de sangue. Assim, afirma a doçura do protagonista, capaz de pairar sobre um mundo truculento com uma irresistível fidelidade ao próprio coração. (Francisco Martins\Br.reuters). 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 00:10 

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