Revelando, imortalizando histórias e talentos
2.5.14

Cine e Theatro Santa Roza, de exibiu primeiro filme falado na Paraíba em 1932

 

Pela beleza de sua arquitetura é herança cultural que carrega, o Santa Roza pode ser considerado um dos mais importantes monumentos do Estado da Paraíba, um guardião da história do Estado.

 

 

O Teatro Santa Roza foi fundado em 1889, sendo o segundo teatro construído na Paraíba. Recebeu peças e atores de grande importância. Na inauguração as peças em cartaz foram “O órfão e o Mendigo” e “Tão bom e o pai como o filho”, da Sociedade Santa Cruz. O velho Teatro, além de espetáculos, histórias de atores e atrizes grandiosos, não teve apenas apresentações teatrais, mas também de dança e musicais.

 

 Teatro e cinema

O Santa Roza foi cinema de 1911 a 1941 e a exibição do primeiro filme falado na Paraíba aconteceu lá, em 1932. O espaço também abrigou a Assembleia Legislativa, entre os anos de 1929 e 1930. Neste período, se deu a mudança do nome da capital (chamada então Parahyba) para João Pessoa, bem como a mudança da bandeira oficial do Estado para vermelho e preto, em homenagem ao ex-governador João Pessoa, assassinado em 1930.

 

O Teatro Santa Roza foi inaugurado em 03 de novembro de 1889, ano da proclamação da República do Brasil. Tem estilo arquitetônico neoclássico, com influência greco-romana, possuindo colunas gregas com capitéis na fachada e esquadrias em arco pleno. 

 

Tem linhas influenciadas pelo barroco italiano e entre os materiais de construção empregados há pedras calcárias e pinho de Riga. A obra foi concluída na administração de Francisco Luís da Gama Rosa – último presidente do Império na Paraíba – e o nome do teatro é homenagem ao seu empenho em concluir as obras, que se arrastavam por mais de 15 anos. Foi acrescentado o vocábulo ‘Santa’ por pura influência religiosa.

 

O nome do teatro é uma homenagem a Gama Rosa, e é escrito com ‘s’ e não Z. Na fachada do prédio essa palavra foi impressa com ‘z’, numa transposição fonética por força do som e grafia utilizada em épocas antigas. Uma votação no Iphaep, em 1989, optou pela permanência do ‘z’, por ter virado tradição incorporada. (Fotos gentilmente cedidas pela SECOM).

link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 02:15 

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