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17.10.20

 Acervo do Poeta Vinicius de Moraes será digitalizado

A Fundação Casa de Rui Barbosa formalizou parceria com a VM Cultural com a finalidade de digitalização de todo acervo de titularidade do Poeta e Diplomata Vinicius de Moraes. 

O trabalho será realizado sem custos ao erário público e deve ter a duração aproximada de 12 meses até sua conclusão. Ao todo serão digitalizados mais de 10 mil documentos pertencentes ao acervo.

 

Vinicius de Moraes, nascido Marcus Vinicius de Moraes, foi um poeta, dramaturgo, jornalista, diplomata, cantor e compositor brasileiro. Poeta essencialmente lírico, o que lhe renderia o apelido "poetinha", que lhe teria atribuído Tom Jobim, notabilizou-se pelos seus sonetos. O poeta nasceu 19 de outubro de 1913, Gávea, Rio de Janeiro, Brasil e faleceu em 9 de julho de 1980 na mesma cidade. 

Breve biografia

Marcus Vinicius da Cruz de Melo Moraes nasceu no dia 19 de outubro de 1913, no bairro do Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Com três anos, a sua família mudou-se para o bairro de Botafogo.

Os pais do artista chamavam-se Clodoaldo Pereira da Silva Moraes, funcionário público e poeta, e Lydia Cruz de Moraes, pianista. Teve três irmãos: Lygia, Helius e Laetitia.

A poesia começou a correr cedo nas veias do homem que aos nove anos começou a escrever poemas. Segundo estudos, os versos foram escritos para uma menina. Com 15 anos, compôs suas primeiras canções. No ano seguinte, o artista formou-se bacharel em Letras no Colégio Santo Inácio.

Outros trabalhos - Jornalismo

Em 1939, Vinicius passou a exercer atividades de jornalista, trabalhando na British Broadcasting Corporation (BBC) de Londres. Em 1940, começou a escrever uma coluna sobre cinema no jornal A Manhã.

Nas décadas de 40 e 50, também atuou em jornais e revistas, como: O Jornal, Diário Carioca, Diretrizes, A Vanguarda, Última Hora, e Fatos e Fotos. O artista também escreveu para semanários, como: o Flan, Senhor, e Pasquim.

 

Principais poemas de Vinicius de Moraes:

 

A uma mulher (1933)

Soneto de separação (1938)

Ternura (1938)

Pátria minha (1949)

A felicidade

Soneto de amor total (1951)

A rosa de Hiroshima (1954)

Receita de mulher (1959)

Poema dos olhos da amada (1959)

O verbo no infinito (1962)

A arca de Noé (1970)

Veja ainda os principais livros de poesia de Vinicius de Moraes:

Forma e exegese (1935)

Ariana  a mulher (1936)

Cinco elegias (1943)

Poemas, sonetos e baladas (1946)

Antologia poética (1954)

Livro de sonetos (1957)

A arca de Noé (1970)

Foto: Jornal da Orla

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 15:06  comentar

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