Revelando, imortalizando histórias e talentos
28.12.17

 

 Justin Timberlake, Juno Temple, Kate Winslet

e Jim Belushi, 14 de novembro 2017

 

Woody Allen retorna com  "Roda Gigante" e o filme brasuca “Fala Sério, Mãe!”, boas opções chegando à telona. Confira outras boas estreias que acontecerão no Brasil, nesta quinta-feira,28.

 

“Roda Gigante”

 

- O mais recente filme escrito e dirigido por Woody Allen está fadado a ser um dos menos apreciados de sua extensa filmografia – para começar por não ser uma comédia. Desde seu passado remoto, o diretor não foi bem acolhido por seus filmes dramáticos, caso de “Interiores” (78) e “Setembro” (87).

 

Nesta nova película, ele volta a Coney Island, 'praia' de Nova Iorque que era o berço de Alvy Singer, protagonista de “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa” (1977). São os anos 1950, o que dá oportunidade ao diretor de fotografia italiano Vittorio Storaro esbanjar uma paleta de cores especiais. Essas cores mutáveis reforçam a impressão de um cenário teatral, arte que está no centro da inspiração da história, que tem como narrador o salva-vidas Mickey (Justin Timberlake).

 

 

“Fala Sério, Mãe!”

 

Comediante Ingrid Guimarães já dá sinais de cansaço na imagem que a consagrou e  bota automático sua participação em “Fala Sério, Mãe!”, que protagoniza ao lado da estrela do SBT Larissa Manoela.  O talento e o timing cômico dela, Ingrid, são inegáveis, mas este roteiro, adaptado pela atriz, ao lado de Paulo Cursino e Dostoiewski Champagnatte, do livro homônimo de Thalita Rebouças. O máximo de provocação que esta história lhe oferece está em situações constrangedoras que esta mãe super protetora cria para a filha Malu (Larissa), as piores envolvendo humor de banheiro.

 

“O Jovem Karl Marx”

 

Os anos de juventude de dois homens que mudaram o mundo, Karl Marx (1818-1883) e Friedrich Engels (1820-1895), estão no centro do novo filme do cineasta haitiano Raoul Peck (“Eu não sou seu negro”). No roteiro, assinado por Peck e Pascal Bonitzer, Marx (August Diehl) é um jovem de menos de 30 anos, jornalista e polemista, que começa a interessar-se pelos mecanismos que regem a exploração do homem pelo homem. Mas é pobre, casado com uma mulher rica que abandonou seu clã e sua fortuna por amor, Jenny (Vicky Krieps), e tem que enfrentar os dilemas da sobrevivência, além da perseguição da polícia ao seu ativismo.

 

“A Ópera de Paris”

 

O diretor Jean-Stéphane Bron faz uma viagem inesquecível e imperdível ao coração da Opéra Bastille e do Palais Garnier, em Paris, no documentário “A Ópera de Paris”, que destaca os bastidores de um dos maiores símbolos da cultura francesa.

 

As imagens, filmadas ao longo de um ano e meio, durante a preparação das atrações da temporada de 2016, conduzem o espectador em uma visita guiada a uma verdadeira cidade, habitada por técnicos, atores, bailarinos, músicos, coreógrafos, maestros, operadores, funcionários da limpeza e até um touro de uma tonelada, que se torna protagonista de uma ópera.

 

Se os efeitos em 3D nos filmes de ação aproximam personagens e cenários até quase colidir com os olhos do espectador, em “A Ópera de Paris” uma câmara invisível nos transporta diretamente para os locais onde a ação se desenvolve. (AgênciaFM com Agências Internacionais). 

EDITORIAS:
link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 12:50  comentar

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