Revelando, imortalizando histórias e talentos
22.1.20

Hoje pela manhã o Ministério Público Federal apresentou uma denúncia sobre o suposto hackeamento dos celulares de autoridades federais. A redação do Intercept soube, perplexa, que apesar de não ser investigado ou indiciado, Glenn Greenwald, editor cofundador do site, foi incluído na denúncia do MPF. 


A denúncia – feita por um procurador amigo de Sérgio Moro – é mais um exemplo das arbitrariedades e dos métodos autoritários que se tornaram praxe nas ações do Ministério Público. Esses métodos foram expostos de maneira cristalina na #VazaJato. Por isso, não surpreende ver que a denúncia contra Glenn se baseia em um diálogo já amplamente analisado pela Polícia Federal na operação Spoofing. Na ocasião, a PF não imputou qualquer conduta criminosa ao jornalista. 


Diz o relatório da PF: "Não é possível identificar a participação moral e material do jornalista Glenn Greenwald nos crimes investigados". A Polícia destaca, inclusive, sua "postura cuidadosa e distante em relação à execução das invasões".


Isso mesmo. Para a PF, Glenn foi cuidadoso no trato com a fonte. Fez jornalismo como deve ser feito: sem medo de quem tem poder, sem recorrer a expedientes espúrios, sem temer retaliações e preservando a relação com a fonte, direito garantido na Constituição Federal de 1988. 


Essa denúncia é a mais agressiva tentativa de atacar a imprensa livre em retaliação às revelações da #VazaJato. Eles não admitem o fato de que mostramos os abusos de Moro e do MPF, seus métodos sujos e o total desrespeito às instituições. Não conseguem refutar os fatos, então preferem desacreditar quem insiste em revelá-los.


O que o Intercept tem a dizer ao MPF e àqueles que desejam censurar o jornalismo brasileiro é que não vamos nos intimidar. (Fonte: The Intercept). 



Wellington Divino Marques de Oliveira 

 

Quem é e como age o nazista Procurador que denunciou Glenn, Lula, FHC e chefe da OAB, sem sucesso ?  


Atuando em favor do nazismo e da censura, o ex-sargento do Exército e atualmente é integrante do MPF (Ministério Público Federal) desde março de 2004, o procurador da República Wellington Divino Marques de Oliveira, 50, atua em prol do nazismo e da censura no Brasil.  


Antes de atuar no MPF, Oliveira passou pela Procuradoria da República em Uberlândia (MG). Ele também foi chefe do MPF em Goiás. Depois, pediu para ir para a Procuradoria da República no Distrito Federal, onde já havia atuado como defensor público entre 2002 e 2004. 


Pelo mesmo motivo (retenção de recursos do Funpen), Oliveira ajuizou outra ação de improbidade contra o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e os ex-ministros da Fazenda, Pedro Malan; do Orçamento, Guilherme Gonçalves Dias; e da Justiça, Paulo de Tarso Ramos Ribeiro e Miguel Reale Júnior. A ação contra Lula foi trancada em novembro de 2017. (Francisco Martins). 

link da notíciaBy Equipe formasemeios, às 15:01  comentar


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